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Homossexualidade [?]

Um dos grandes assuntos do momento no mundo ocidental é a legalização, ou não, do casamento homossexual. Enquanto milhões de gays se unem em pról do que consideram “seus direitos”, uma grande massa de pessoas, principalmente cristãos e/ou idosos, colocam-se contra a idéia. Está criado o ambiente polêmico do século.

Nessa historinha cor de rosa, os gays aparecem como os mocinhos, heróis de um romance contemporâneo onde só querem sua liberdade. Oprimidos, eles sentem-se acuados e lutam contra a diferença que a sociedade os impõe. Já do outro lado da moeda, os terríveis vilões são aqueles que opõem-se à união homossexual. Oh! Malvados tiranos! Com suas visões limitadas e preconceituosas, acabam com a liberdade do povo e colocam-se no caminho do que é justo.

Ok, largando a ironia, será que é mesmo essa a realidade em que encontramos?

Aparentemente, assim como na guerra do branco racista contra o preto discriminado, a moeda vem mudando de lado. Neste processo, o oprimido passa a ter voz e torna-se, também, um opressor. Hoje em dia a quantidade de defensores dos direitos dos gays tornou-se tão grande, que ser contra esse processo é visto com nojo. Os cidadãos contra a união homossexual vêm se tornando os discriminados, vaiados publicamente e xingados por muitos que se intitulam, pasmem, defensores da igualdade!

“Parô! Parô! Parô!” - Até pouco tempo atrás os gays lutavam somente para não serem marginalizados e excluídos da sociedade. Agora, de repente, passaram a marginalizar e excluir aqueles que não são a favor da liberação de seus casamentos. Como pregar a igualdade e a justiça quando sequer são respeitadas as opiniões contrárias? Será que agora todo cidadão presente na Terra é obrigado a aceitar e ver com bons olhos a união oficial de algo que consideram depreciativo para a humanidade e terrível para a educação de seus filhos?

Vejam bem, eu sou a favor da liberação dos direitos homossexuais. Acho que devam ser livres pra casar, adotar, cantar, germinar, plantar ou qualquer verbo que escolham, mas as idéias daqueles que se colocam contra são absolutamente aceitáveis!
A legalização do casamento homossexual e a tendência de aceitar os gays com normalidade pode trazer aspectos drásticos para a vida humana. Eu vejo o reflexo que isso já vem causando na juventude, cada vez mais tendendo ao bissexualismo de modinha. Garotos ficando com garotos em boates simplesmente porque é ‘cool’, é destacado, diferente, selvagem. O mesmo para garotas.
A criação dos filhos tendo o parâmetro gay tratado com igualdade SERÁ mais difícil e PONTO. Crianças chegarão em casa perguntando: “mamãe, o meu amigo João tem 2 papais e eles se beijaram lá na porta da escola. Eu também posso beijar meninos?” - E aí? Você diria “sim meu filho, vai fundo”? Ou você iria contra o princípio da igualdade, dizendo: “não filho, o certo é você escolher uma menina e se apaixonar”? Entre muitos outros argumentos válidos.

Muito recentemente aconteceu um caso absurdo durante o Miss USA, já na finalíssima, onde disputavam a Miss California e outra que desconheço. A Miss Califórnia, lindíssima e perfeita, já era considerada vencedora. Mas uma resposta mudou todo o resultado.

Na hora de responder a pergunta de um dos jurados, ela deparou-se com: “Vermont recentemente se tornou o quarto estado a legalizar o casamento de pessoas do mesmo sexo. Você acha que todos os estados deveriam seguir o exemplo? Por que ou por que não?”

Aparentemente, a resposta que o mundo esperava era um mar de lágrimas e um discurso hollywoodiano a favor dos homossexuais, algo para fazer o próprio Sean Penn chorar. Mas a Miss decidiu responder a verdade de acordo com aquilo que acredita. Vejam a resposta:

“Bem eu acho que é ótimo que os americanos possam escolher entre um ou outro, nós vivemos em uma terra onde você pode escolher entre casamento entre pessoas do mesmo sexo ou opostas… Mas, sabe de uma coisa? No meu país e na minha família, eu acredito que casamento deveria ser entre um homem e uma mulher, sem ofensas a qualquer pessoa presente, mas foi assim que eu fui criada e é assim que eu acho que deva ser, entre um homem e uma mulher.”

FOGUEIRA!!! TAQUEM-NA NA FOGUEIRA!!!

Por essa resposta, a Miss perdeu. Aparentemente, não ver com bons olhos um casal homossexual tornou-se um crime. A liberdade tanto pregada entre os defensores dessa união, morreu. Seus discursos ficaram vazios uma vez que eles próprios passaram a agir com estupidez e ignorância contra todos que não representam suas idéias. Reparem que a menina sequer se coloca contra o casamento gay! Ela diz que acha ótimo eles poderem escolher, mas que pessoalmente considera que o certo seja a união entre homens e mulheres.

Logo em seguida, o tal jurado Perez Hilton (é, isso mesmo) fez um vídeo e publicou em seu blog. Neste vídeo, ele chama a Miss de “burra”, “cega”, “piranha estúpida” e várias outras coisas. Aparentemente a conclusão que chego é uma só, os gays adoraram poder brincar com o microfone e, com isso, decidiram esbofetear todos aqueles que os chamaram de “faggots”, “bichas”, “aberrações”, etc.

Pois é, eles só esqueceram que foi contra isso que lutaram - A intolerância.


Créditos: controleremoto.tv

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